Edital da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura é publicado

As inscrições seguem até 30 de janeiro, pelo Mapa da Cultura

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Está oficialmente aberto o edital de chamamento público para integrar a programação da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura pela Justiça Climática, que ocorrerá entre 24 e 29 de março em Aracruz, Espírito Santo. O evento visa mobilizar criadores culturais de todo o Brasil, promovendo a diversidade e a importância da cultura na luta por justiça social e desenvolvimento sustentável.

As inscrições já estão disponíveis e seguem até 30 de janeiro, através da plataforma Mapa da Cultura. Esta iniciativa é do Ministério da Cultura (MinC), em parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (IFES), representado pela Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Ciência e Tecnologia (Facto).

“A Teia é um espaço de reflexão e diálogo sobre os desafios e avanços da Política Nacional de Cultura Viva (PNCV). É um convite para que artistas, gestores e comunicadores compartilhem suas expressões culturais e fortaleçam a Cultura como um pilar para um mundo justo e sustentável”, afirma a secretária de Cidadania e Diversidade Cultural, Márcia Rollemberg.

Serão selecionadas 197 propostas, com apoio financeiro para transporte, hospedagem e infraestrutura para as apresentações. Proponentes não selecionados poderão participar de forma colaborativa.

As categorias incluem artes cênicas, música, artes visuais, audiovisual, e muito mais, com critérios de regionalização e reservas de vagas para promover a equidade. Para mais informações, haverá uma live no dia 20 de janeiro, às 17h, no canal oficial do MinC no YouTube.

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Lideranças de povos e comunidades de matriz africana que integram a rede da Política Nacional de Cultura Viva (PNCV) realizaram uma atividade virtual para debater as propostas que serão levadas à 6ª Teia Nacional – Pontos de Cultura pela Justiça Climática. O objetivo é garantir que este segmento, com seus conhecimentos e tecnologias ancestrais, tenha protagonismo nas discussões sobre a relação da cultura com a sustentabilidade e o bem viver. A secretária de Cidadania e Diversidade Cultural, Márcia Rollemberg, destacou a importância da gestão compartilhada e participativa da PNCV com a sociedade civil e os entes federados, enfatizando a Teia como um momento de repactuação das parcerias. O diretor da Política Nacional de Cultura Viva, João Pontes, falou sobre a atuação estratégica dos pontões de cultura de matriz africana e o investimento histórico na política. O evento terá continuidade no dia 27 de janeiro, com a divisão dos participantes em grupos de trabalho e a realização de uma plenária para votar as propostas. Segundo a representante do Pontão Ancestralidade Africana, mais de 300 pessoas já se inscreveram na atividade.

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A atividade virtual realizada por lideranças de povos e comunidades de matriz africana, em parceria com o Ministério da Cultura, destacou a importância da gestão compartilhada da Política Nacional de Cultura Viva (PNCV). A secretária de Cidadania e Diversidade Cultural, Márcia Rollemberg, ressaltou a necessidade de combater preconceitos e reconhecer a diversidade cultural brasileira. O diretor da PNCV, João Pontes, mencionou o investimento histórico na política, superior a R$ 400 milhões por ano, e a relevância da Cultura Viva como força política. O evento, chamado de Pré-Fórum, continuará em 27 de janeiro com grupos de trabalho e plenária para votação de propostas. Mais de 300 pessoas já se inscreveram, e uma pesquisa revelou desafios de participação das comunidades tradicionais nas Teias Estaduais.

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A atividade virtual realizada nesta quarta-feira (21) por lideranças de povos e comunidades de matriz africana, em parceria com o Ministério da Cultura, destacou a importância da gestão compartilhada da Política Nacional de Cultura Viva (PNCV) com a sociedade civil e os entes federados. A secretária de Cidadania e Diversidade Cultural, Márcia Rollemberg, ressaltou a necessidade de combater preconceitos e reconhecer a diversidade cultural brasileira. O diretor da PNCV, João Pontes, mencionou o investimento histórico na política, superior a R$ 400 milhões por ano, e a relevância da Cultura Viva como força política. O evento, chamado de Pré-Fórum, continuará em 27 de janeiro com grupos de trabalho e plenária para votação de propostas. Mais de 300 pessoas já se inscreveram, e uma pesquisa revelou desafios de participação das comunidades tradicionais nas Teias Estaduais.

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A atividade virtual realizada por lideranças de povos e comunidades de matriz africana destacou a importância da gestão compartilhada da Política Nacional de Cultura Viva (PNCV) com a sociedade civil e os entes federados. A secretária de Cidadania e Diversidade Cultural, Márcia Rollemberg, ressaltou a necessidade de combater preconceitos e reconhecer a diversidade cultural brasileira. O diretor da PNCV, João Pontes, mencionou o investimento histórico na política, superior a R$ 400 milhões por ano, e a relevância da Cultura Viva como força política. O evento, chamado de Pré-Fórum, continuará em 27 de janeiro com grupos de trabalho e plenária para votação de propostas. Mais de 300 pessoas já se inscreveram, e uma pesquisa revelou desafios de participação das comunidades tradicionais nas Teias Estaduais.

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Chamado de Pré-Fórum, o evento terá continuidade no dia 27 de janeiro, com a divisão dos participantes em grupos de trabalho e a realização de uma plenária para votar as propostas. Segundo a representante do Pontão Ancestralidade Africana, Silvany Euclênio, mais de 300 pessoas já se inscreveram na atividade, sendo que 41% estão cadastradas como pontos de cultura, 20% em processo de certificação e 33% atuam na Cultura Viva, mas ainda não solicitaram o cadastro formal.

Os inscritos tiveram a oportunidade de responder a uma pesquisa avaliando, entre outros assuntos, a inclusão das comunidades tradicionais nas Teias Estaduais. O diagnóstico revelou um cenário de baixa participação ou dificuldade de acesso: 24% participaram ativamente, 41% não se envolveram e 20% tentaram participar, mas enfrentaram obstáculos. Entre os que participaram, há queixas de falta de protagonismo e invisibilização. Em relação às demandas, apontaram a criação de editais específicos, a destinação de mais recursos para oficinas e atividades educativas e o reconhecimento dos territórios tradicionais.

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Segundo a representante do Pontão Ancestralidade Africana, Silvany Euclênio, mais de 300 pessoas já se inscreveram na atividade, sendo que 41% estão cadastradas como pontos de cultura, 20% em processo de certificação e 33% atuam na Cultura Viva, mas ainda não solicitaram o cadastro formal. Os inscritos tiveram a oportunidade de responder a uma pesquisa avaliando, entre outros assuntos, a inclusão das comunidades tradicionais nas Teias Estaduais. O diagnóstico revelou um cenário de baixa participação ou dificuldade de acesso: 24% participaram ativamente, 41% não se envolveram e 20% tentaram participar, mas enfrentaram obstáculos. Entre os que participaram, há queixas de falta de protagonismo e invisibilização. Em relação às demandas, apontaram a criação de editais específicos, a destinação de mais recursos para oficinas e atividades educativas e o reconhecimento dos territórios tradicionais.

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O evento, chamado de Pré-Fórum, continuará em 27 de janeiro com a divisão dos participantes em grupos de trabalho e a realização de uma plenária para votar as propostas. Segundo a representante do Pontão Ancestralidade Africana, Silvany Euclênio, mais de 300 pessoas já se inscreveram na atividade, sendo que 41% estão cadastradas como pontos de cultura, 20% em processo de certificação e 33% atuam na Cultura Viva, mas ainda não solicitaram o cadastro formal. Os inscritos tiveram a oportunidade de responder a uma pesquisa avaliando, entre outros assuntos, a inclusão das comunidades tradicionais nas Teias Estaduais. O diagnóstico revelou um cenário de baixa participação ou dificuldade de acesso: 24% participaram ativamente, 41% não se envolveram e 20% tentaram participar, mas enfrentaram obstáculos. Entre os que participaram, há queixas de falta de protagonismo e invisibilização. Em relação às demandas, apontaram a criação de editais específicos, a destinação de mais recursos para oficinas e atividades educativas e o reconhecimento dos territórios tradicionais.

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O evento, chamado de Pré-Fórum, continuará em 27 de janeiro com a divisão dos participantes em grupos de trabalho e a realização de uma plenária para votar as propostas. Segundo a representante do Pontão Ancestralidade Africana, Silvany Euclênio, mais de 300 pessoas já se inscreveram na atividade, sendo que 41% estão cadastradas como pontos de cultura, 20% em processo de certificação e 33% atuam na Cultura Viva, mas ainda não solicitaram o cadastro formal.

Os inscritos tiveram a oportunidade de responder a uma pesquisa avaliando, entre outros assuntos, a inclusão das comunidades tradicionais nas Teias Estaduais. O diagnóstico revelou um cenário de baixa participação ou dificuldade de acesso: 24% participaram ativamente, 41% não se envolveram e 20% tentaram participar, mas enfrentaram obstáculos. Entre os que participaram, há queixas de falta de protagonismo e invisibilização. Em relação às demandas, apontaram a criação de editais específicos, a destinação de mais recursos para oficinas e atividades educativas e o reconhecimento dos territórios tradicionais.

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O evento, chamado de Pré-Fórum, continuará em 27 de janeiro com a divisão dos participantes em grupos de trabalho e a realização de uma plenária para votar as propostas. Mais de 300 pessoas já se inscreveram, sendo que 41% estão cadastradas como pontos de cultura, 20% em processo de certificação e 33% atuam na Cultura Viva, mas ainda não solicitaram o cadastro formal. Os inscritos tiveram a oportunidade de responder a uma pesquisa que revelou um cenário de baixa participação ou dificuldade de acesso nas Teias Estaduais: 24% participaram ativamente, 41% não se envolveram e 20% tentaram participar, mas enfrentaram obstáculos. Entre os que participaram, há queixas de falta de protagonismo e invisibilização. Em relação às demandas, apontaram a criação de editais específicos, a destinação de mais recursos para oficinas e atividades educativas e o reconhecimento dos territórios tradicionais.

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A atividade virtual realizada nesta quarta-feira (21) por lideranças de povos e comunidades de matriz africana destacou a importância da gestão compartilhada da Política Nacional de Cultura Viva (PNCV) com a sociedade civil e os entes federados. A secretária de Cidadania e Diversidade Cultural, Márcia Rollemberg, ressaltou a necessidade de combater preconceitos e reconhecer a diversidade cultural brasileira. O diretor da PNCV, João Pontes, mencionou o investimento histórico na política, superior a R$ 400 milhões por ano, e a relevância da Cultura Viva como força política. O evento, chamado de Pré-Fórum, continuará em 27 de janeiro com grupos de trabalho e plenária para votação de propostas. Mais de 300 pessoas já se inscreveram, e uma pesquisa revelou desafios de participação das comunidades tradicionais nas Teias Estaduais. A realização do Pré-Fórum expressa um grande desejo dos povos tradicionais de maior organização e participação para que tenhamos um protagonismo real na trilha da Teia Nacional.

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O evento, considerado o maior encontro da Política Nacional de Cultura Viva (PNCV), será realizado de 24 a 29 de março de 2026, em Aracruz (ES). O Ministério da Cultura (MinC) disponibilizou uma versão simplificada do edital e a gravação da live tira-dúvidas realizada em 23 de janeiro, disponível no canal oficial da pasta no YouTube.

A programação prevê mais de 150 atividades e cerca de 140 horas de conteúdo. São esperadas mais de quatro mil pessoas credenciadas, entre gestores, delegados, além de um público visitante que poderá circular pelos palcos externos e polos de atividade. Em paralelo à programação artístico-cultural, a Teia abrigará ainda atividades institucionais, como o V Fórum Nacional de Pontos de Cultura e o Fórum Nacional de Gestores.

O edital disponibiliza R$ 293.100,00 em apoio financeiro direto via Termo de Execução Cultural (TEC), com valores que variam entre R$ 700,00 e R$ 2.000,00 por pessoa, respeitando os limites de cada categoria.

Podem participar Pontos e Pontões de cultura, Mestras e Mestres, artistas (Pessoa Física), coletivos sem CNPJ e entidades sem fins lucrativos (com ou sem vinculação aos Pontos e Pontões). Mas, se for certificado ou vinculado a algum ponto ou pontão, o proponente terá prioridade no processo de seleção e 10 pontos garantidos.

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Para facilitar o processo e sanar dúvidas sobre as regras e condições do chamamento, o Ministério da Cultura (MinC) disponibilizou uma versão simplificada do edital e a gravação da live tira-dúvidas realizada em 23 de janeiro, disponível no canal oficial da pasta no YouTube.

A programação prevê mais de 150 atividades e cerca de 140 horas de conteúdo. São esperadas mais de quatro mil pessoas credenciadas, entre gestores, delegados, além de um público visitante que poderá circular pelos palcos externos e polos de atividade. Em paralelo à programação artístico-cultural, a Teia abrigará ainda atividades institucionais, como o V Fórum Nacional de Pontos de Cultura e o Fórum Nacional de Gestores.

Sobre o tema central desta edição, João Pontes reforçou o papel estratégico da cultura de base comunitária frente à emergência ambiental. “Os grupos culturais de base comunitária, as comunidades tradicionais, os povos originários são certamente os que têm as melhores contribuições históricas para que não tenhamos uma situação ambiental como a que vivemos hoje. Os pontos de cultura são extremamente importantes, mas são também os mais vulnerabilizados, porque, nas situações mais drásticas em decorrência da emergência climática, são os mais prejudicados”, reforçou.

O edital disponibiliza R$ 293.100,00 em apoio financeiro direto via Termo de Execução Cultural (TEC), com valores que variam entre R$ 700,00 e R$ 2.000,00 por pessoa, respeitando os limites de cada categoria.

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Para facilitar o processo e sanar dúvidas sobre as regras e condições do chamamento, o Ministério da Cultura (MinC) disponibilizou uma versão simplificada do edital e a gravação da live tira-dúvidas realizada em 23 de janeiro, disponível no canal oficial da pasta no YouTube.

A programação prevê mais de 150 atividades e cerca de 140 horas de conteúdo. São esperadas mais de quatro mil pessoas credenciadas, entre gestores, delegados, além de um público visitante que poderá circular pelos palcos externos e polos de atividade. Em paralelo à programação artístico-cultural, a Teia abrigará ainda atividades institucionais, como V Fórum Nacional de Pontos de Cultura e o Fórum Nacional de Gestores.

O edital disponibiliza R$ 293.100,00 em apoio financeiro direto via Termo de Execução Cultural (TEC), com valores que variam entre R$ 700,00 e R$ 2.000,00 por pessoa, respeitando os limites de cada categoria.

Ao todo, são oferecidas 197 vagas distribuídas em oito categorias: Artes Cênicas, Música e Manifestações Tradicionais; Artes Visuais; Audiovisual; Feira de Economia Criativa e Solidária; Vivências de Mestras e Mestres; Reflexão, Formação e Debate; Experiências do Bem Viver; e Comunicação Colaborativa.

Além do recurso financeiro, o MinC e o Instituto Federal do Espírito Santo (IFES) garantirão a logística para os selecionados, incluindo passagens (aéreas, terrestres ou fluviais), hospedagem, alimentação e transporte local.

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Durante o evento virtual, a secretária de Cidadania e Diversidade Cultural, Márcia Rollemberg, destacou a Teia como um momento de celebração, diálogo e reflexão, mas que também abriga um compromisso institucional de pactuação pelo aperfeiçoamento da Política Nacional de Cultura Viva (PNCV).

A programação prevê mais de 150 atividades e cerca de 140 horas de conteúdo. São esperadas mais de quatro mil pessoas credenciadas, entre gestores, delegados, além de um público visitante que poderá circular pelos palcos externos e polos de atividade. Em paralelo à programação artístico-cultural, a Teia abrigará ainda atividades institucionais, como V Fórum Nacional de Pontos de Cultura e o Fórum Nacional de Gestores.

Para o diretor da Política Nacional de Cultura Viva, João Pontes, a Teia será realizada em um período de "colheita" e balanço para a política que completa 22 anos. Ele destacou os investimentos históricos de R$ 400 milhões anuais destinados à PNCV por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) e o crescimento expressivo da rede, que saltou de 4 mil em 2023 para mais de 13 mil pontos certificados atualmente.

Sobre o tema central desta edição, João Pontes reforçou o papel estratégico da cultura de base comunitária frente à emergência ambiental. "Os grupos culturais de base comunitária, as comunidades tradicionais, os povos originários são certamente os que têm as melhores contribuições históricas para que não tenhamos uma situação ambiental como a que vivemos hoje. Os pontos de cultura são extremamente importantes, mas são também os mais vulnerabilizados, porque, nas situações mais drásticas em decorrência da emergência climática, são os mais prejudicados", reforçou.

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Os fazedores de cultura que têm interesse em realizar atividades na 6ª Teia Nacional Pontos de Cultura pela Justiça Climática devem se inscrever no Edital de Programação até esta sexta-feira (30), último dia do prazo. Para facilitar o processo e sanar dúvidas sobre as regras e condições do chamamento, o Ministério da Cultura (MinC) disponibilizou uma versão simplificada do edital e a gravação da live tira-dúvidas realizada em 23 de janeiro, disponível no canal oficial da pasta no YouTube.

A programação prevê mais de 150 atividades e cerca de 140 horas de conteúdo. São esperadas mais de quatro mil pessoas credenciadas, entre gestores, delegados, além de um público visitante que poderá circular pelos palcos externos e polos de atividade. Em paralelo à programação artístico-cultural, a Teia abrigará ainda atividades institucionais, como V Fórum Nacional de Pontos de Cultura e o Fórum Nacional de Gestores.

O edital disponibiliza R$ 293.100,00 em apoio financeiro direto via Termo de Execução Cultural (TEC), com valores que variam entre R$ 700,00 e R$ 2.000,00 por pessoa, respeitando os limites de cada categoria. Além do recurso financeiro, o MinC e o Instituto Federal do Espírito Santo (IFES) garantirão a logística para os selecionados, incluindo passagens (aéreas, terrestres ou fluviais), hospedagem, alimentação e transporte local.

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