Mostra Truffaut no Cine Cultura: 23 Filmes Imperdíveis
De 5 a 15 de janeiro de 2026, Mostra Truffaut apresenta 23 filmes, entre longas e curtas-metragens, do cineasta francês François Truffaut

O Cine Cultura, situado no Centro Cultural Marietta Telles Machado em Goiânia, oferece uma experiência imperdível para os amantes da sétima arte. De 5 a 15 de janeiro de 2026, o cinema exibe a Mostra Truffaut, uma celebração da obra do icônico cineasta francês François Truffaut, um verdadeiro ícone da Nouvelle Vague.
Programação Diversificada
Serão exibidos 23 filmes, abrangendo desde curtas a longas-metragens, permitindo ao público um mergulho profundo em todas as fases da carreira de Truffaut. A programação é rica e variada, apresentando clássicos absolutos como "Os Incompreendidos" (1959), "Jules e Jim" (1962), "A Noite Americana" (1973), "Fahrenheit 451" (1966) e "O Último Metrô" (1980).Ciclo Antoine Doinel
Outro aspecto interessante é o ciclo dedicado a Antoine Doinel, o personagem que é considerado o alter ego de Truffaut. Interpretado por Jean-Pierre Léaud, Doinel nos guia da juventude à vida adulta, refletindo a própria jornada do diretor.Experiência Visual em Alta Definição
Alguns filmes da mostra foram restaurados em 4K, como "Atirem no Pianista", "Um Só Pecado", "As Duas Inglesas e o Amor", "A Mulher do Lado", e "De Repente, Num Domingo". Isso proporciona uma experiência visual de alta qualidade, que certamente encantará os espectadores.Ingressos e Informações
Os ingressos estão disponíveis por R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), sendo que, nas segundas-feiras, todos têm direito à meia-entrada. O pagamento pode ser feito em dinheiro ou via Pix. É importante lembrar que a coordenação do cinema informa que não é permitida a entrada de alimentos nas salas de exibição, exceto água engarrafada.François Truffaut, que nos deixou em 1984, continua a ser uma das figuras mais influentes da história do cinema mundial. Ele não apenas foi um dos principais expoentes da Nouvelle Vague, mas também desempenhou um papel fundamental na renovação do cinema francês a partir da década de 1950. Sua trajetória começou como crítico na revista Cahiers du Cinéma, uma experiência que moldou sua visão autoral. Ao longo de sua filmografia, ele trouxe à tona reflexões profundas sobre juventude, amor, memória e, claro, sobre o próprio cinema. Portanto, essa mostra é uma oportunidade única de revisitar e reverenciar sua obra.