Brasil perdeu 185 milhões de hectares em queimadas
O número representa a soma de toda a área da Colômbia e do Chile. Os dados são do MapBiomas Fogo, que levantou dados de 1985 a 2022.

Em 38 anos, entre 1985 e 2022, o Brasil enfrentou a alarmante perda de mais de 185 milhões de hectares devido a queimadas. Essa área é equivalente à soma dos territórios da Colômbia e do Chile, representando cerca de 21,8% do nosso país. Os dados, provenientes do MapBiomas Fogo, foram obtidos através de imagens de três satélites Landsat, que monitoraram a ação do fogo em nosso território.
Biomas mais afetados
Os biomas mais impactados foram o Cerrado e a Amazônia, que juntos correspondem a cerca de 86% da área queimada. O Cerrado, por exemplo, queimou, em média, 7,9 milhões de hectares por ano — uma área equivalente ao território da Escócia anualmente. Por outro lado, a Amazônia teve uma média de 6,8 milhões de hectares consumidos pelas chamas a cada ano. O Pantanal, por sua vez, destacou-se como o bioma mais afetado, com impressionantes 51% de seu território queimado nesse período.
Estados e municípios mais atingidos
No que tange aos estados, Mato Grosso liderou as ocorrências de fogo, seguido por Pará e Maranhão. Ao analisarmos os municípios, Corumbá, no Mato Grosso do Sul, São Félix do Xingu, no Pará, e Formosa do Rio Preto, na Bahia, foram os que mais sofreram com as queimadas.
Crescimento das queimadas
Os números indicam que a frequência e intensidade das queimadas têm aumentado nos últimos anos, em grande parte devido ao desmatamento e às mudanças climáticas, que elevam as temperaturas e prolongam os períodos de seca. A conscientização sobre a preservação ambiental é crucial para reverter esse quadro alarmante.
Para quem deseja explorar os dados com mais profundidade, é possível acessar gratuitamente as informações na plataforma mapbiomas.org. O Mapbiomas é uma iniciativa que reúne universidades, ONGs e empresas de tecnologia, colaborando para um entendimento mais claro sobre o nosso meio ambiente.
A partir de agora, os aparelhos utilizados para tratamento de oxigenoterapia domiciliar poderão contar com um desconto na tarifa de energia elétrica. Para se beneficiar dessa redução, o consumidor precisa comprovar junto à concessionária de energia a necessidade e o uso do equipamento. Essa novidade, que visa aliviar os custos para aqueles que dependem desse tratamento, está prevista na Lei nº 7.785/2025. Essa legislação surgiu a partir de um projeto de lei do deputado Jorge Vianna (PSD), que teve seu veto anterior derrubado pelos deputados distritais. A promulgação da lei ocorreu no dia 10 de dezembro, sob a responsabilidade do presidente da Câmara Legislativa, deputado Wellington Luiz (MDB).
De acordo com a nova normativa, os consumidores residenciais que utilizam aparelhos para oxigenoterapia domiciliar terão direito a um desconto na tarifa de energia elétrica, que será calculado com base na média do consumo gerado pelo uso desses dispositivos. O que se entende por tratamento de oxigenoterapia domiciliar">oxigenoterapia domiciliar, conforme a lei, é um procedimento respiratório realizado no conforto do lar, que fornece uma quantidade adicional de oxigênio, conforme prescrição médica, a pacientes com problemas pulmonares ou outras condições respiratórias.
É importante ressaltar que, para garantir o benefício, o consumidor deve apresentar à concessionária de energia a documentação que comprove a necessidade do equipamento, o que inclui a prescrição de um profissional de saúde e a indicação da residência onde o aparelho é utilizado.
A Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás) deu início, nesta sexta-feira, 9 de janeiro de 2026, à abertura da agenda de pautas para as atividades programadas.